Hotel & Serviços

O Hotel D. Inês, é um 3 estrelas moderno e confortável, situado na baixa citadina e no coração comercial de Coimbra, ao lado do Rio Mondego e a 200 metros do famoso Choupal. Dispõe de 84 quartos, incluindo 12 suites, todos com casa de banho privativa, ar condicionado, telefone directo ao exterior, rádio, TV via satélite com 9 canais.

O Colo da Garça, é o restaurante do Hotel Dona Inês, pretendendo desta forma dar continuidade à fama que a beleza da Rainha Dona Inês teve em Portugal. Colo da Garça foi o nome dada àquela que foi coroada rainha depois de morta, pela comparação que se fazia entre a sua beleza e a da garça, particularmente o seu esbelto pescoço. O restaurante Colo da Garça é um restaurante moderno e funcional, com capacidade para 120 pessoas. Dispõe de uma moderna cozinha e de uma apelativa sala de jantar.

O "Príncipe Real" é o moderno bar do Hotel, especialmente desenhado para o convívio ao som de uma música amena. Este bar, dispõe de uma carta que se caracteriza pelos seus variados "coctails", alcoólicos ou não, "short drinks" ou "long drinks".

Respondendo ainda às necessidades das Empresas e Instituições, o Hotel Dona Inês, dispõe de um conjunto de salas de reunião, desde uma capacidade de 20 até 350 pessoas. Proporciona um conjunto de serviços com estruturas e equipamento de apoio, com todas as condições para que realize a simples reunião à mais complexa conferência. Veja o Kit Reunião que lhe propomos.

Arco e Torre de Almedina

Edificada sobre o Arco de Almedina, a Torre tinha como função vigiar e defender a principal porta de acesso ao interior da muralha. Durante a ocupação árabe da cidade, as muralhas estendiam-se ao longo de dois quilómetros, constituindo um poderoso sistema defensivo no qual se incluiam a Torre e o Arco de Almedina, que continua a ser a entrada principal para a parte alta da cidade. No século XII, Coimbra torna-se a capital de um novo Reino e é no topo da colina ( actual Largo D. Diniz) que se erguia a Torre de Menagem do Castelo. Era aí que se encontrava a Porta do Sol um dos mais importantes acessos à cidade. A muralha seguia depois na direcção da Torre de Almedina, que nos séculos XIV e XV serve de Casa de Audiência da Câmara. Mas no nome ficam as reminiscências mais claras da presença árabe em Coimbra. Durante a ocupação árabe da cidade, as muralhas estendiam-se ao longo de cerca de dois quilómetros, constituindo um poderoso sistema defensivo no qual se integravam a Torre e o Arco de Almedina, que continua a ser a entrada principal para a parte Alta da Cidade. Na Barbacã, actualmente de traços seiscentistas, são ainda visíveis os arranques de dois arcos em ferradura do antigo portal duplo da Cidade Muçulmana. A lógica dos vencedores impôs novos códigos estéticos: uma escultura da Virgem com o Menino da autoria de João de Ruão prevalece hoje na Porta da Barbacã.

Pátio da Inquisição

O Pátio da Inquisição deve o seu nome ao conjunto de edifícios de valor histórico e arquitectónico onde funcionou, desde 1566 até à sua extinção, em 1821, o Tribunal do Santo Ofício. Para além do edifício que foi sede da Inquisição coimbrã, o pátio congregou o primitivo Colégio das Artes. Após obras de escavação e adaptação, funciona em parte dos antigos edifícios colegiais, desde 2003, o Centro de Artes Visuais (CAV).

Para combater as heresias que se erguiam frente aos dogmas católicos, o papa Gregório IX criou em 1231 os Tribunais do Santo Oficio da Inquisição, cuja função era identificar e excluir da sociedade possíveis elementos desagregadores e contestadores da ordem cristã, assim como garantir o seu funcionamento. Os julgados e condenados pela Inquisição eram entregues às autoridades administrativas do Estado, que se encarregavam da das sentenças. As penas variavam desde confisco de bens até a morte em fogueiras, onde vigorava o braço secular, na execução dos condenados pelo próprio povo. O interrogatório era marcado pela tortura, instrumento de terror muito comum na época, mas não livre de contradições.O Manual dos Inquisidores, espécie de guia pratico do oficio inquisitorial, escrito em 1376 pelo dominicano espanhol Nicolau Eymerich, depois revisto e atualizado em 1578 por Francisco de La Peña, reza que: “A finalidade da tortura é obrigar o suspeito a confessar a culpa que cala. Pode se qualificar de sanguinários todos esses juizes de hoje, que recorrem tão facilmente à tortura, sem tentar, através de outros meios, completar a investigação. Esses juizes sanguinários impõem torturas a tal ponto que matam os réus, ou os deixam com membros fraturados, doentes para sempre. O inquisidor deve ter em mente que o acusado deve ser torturado de tal forma que saia saudável para ser libertado ou executado”. A Inquisição em Portugal foi instaurada a pedido do próprio rei D.João III em 1536, e compreende um mistério historiográfico dos mais obscuros e paradoxais até hoje, pois D.João III sabemos financiava estudos em outros países e incentivava as pesquisas de campo,( o que demonstraria o interesse por novas idéias) mas para uma maior centralização de seu poder teria optado pela adoção da inquisição, que insistia em afirmar os preceitos da escolástica,que pregava o saber Aristotélico, baseado em comentar obras tidas como referenciais e incontestáveis.A Inquisição agiu durante 285 anos em Portugal, sendo eliminada apenas em 1821. Assim sendo, fica claramente declarado o poder de controle moral e de comportamento que representavam a Igreja e a Inquisição,que através do medo e do terror muitas vezes conseguia inventar culpados, pois além de sustentar sua própria estrutura com os tributos e confiscos, precisava conquistar territórios e reafirmar os dogmas católicos abalados pelas idéias surgidas com as novas interpretações da bíblia feitas na Europa na chamada Reforma Religiosa. Bibliografia: "Inquisição em Portugal", por Jesse Chahad, 2007.

Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra é uma das mais antigas da Europa. Fundada em Lisboa por D. Dinis em 1290, foi definitivamente transferida para Coimbra em 1537, vindo a ocupar os edifícios do Paço Real Medieval. Durante os reinados de D. João V e D. José I, a instituição sofreu grandes reformas, não só a nível do ensino, mas também no que respeita à construção de novos edifícios de estilo barroco e neo-clássico.

Sé Velha

O templo actual data da segunda metade do século XII, tendo sido aberto ao culto em 1184 e segue o estilo românico coimbrão da segunda fase. Com projecto do francês Mestre Roberto, a igreja tem um exterior robusto, simétrico, com escassas aberturas e coroamento de ameias. A Sé Velha de Coimbra é um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal. A construção da Sé começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, Conde de Coimbra.

Igreja de Santa Cruz – Panteão Nacional

Iniciado em 1131, sob o patrocínio de D. Afonso Henriques, e entregue à ordem dos Cónegos Regrantes de St.º Agostinho. De entre os notáveis que frequentaram a escola do Mosteiro, destaca-se St.º António, que em Coimbra tomou as ordens de S. Francisco. A igreja românica teve plano do arquitecto francês Roberto. Das obras promovidas pelo Rei D. Manuel I, destacam-se as abóbadas atribuídas a mestre Boitaca, ou o notável cadeiral manuelino, de 1513, e cujo coroamento tem temática alusiva aos descobrimentos Portugueses. Merecem igual destaque as encomendas régias a Nicolau Chanterenne, para a execução dos jacentes dos túmulos reais, em estilo renascentista.



Salas de Reunião

As salas disponíveis no Hotel são 8, havendo ainda a possibilidade de combinação entre algumas destas salas formando salas de maior dimensão, nomeadamente o auditório, com uma capacidade para 500 pessoas em plateia. Entre os clientes do hotel neste mercado encontram-se variadas organizações que necessitam de um espaço versátil com apoio profissional e dinâmico para as suas actividades.

Auditório

O Auditório no Centro de Congressos do Hotel Dona Inês é uma sala que tem uma capacidade até 500 pessoas em plateia. É a sala com maior dimensão no Hotel e uma das maiores salas de reunião na hotelaria da Região Centro. Entre as utilizações habituais deste espaço contam-se congressos, reuniões políticas, banquetes, exposições comerciais.

Kit Reunião

O Kit Reunião foi elaborado a pensar no sucesso da sua reunião. Este Kit, com um preço único por participante, facilita a orçamentação e planeamento da reunião.A reserva é obrigatória e sujeita à disponibilidade do Hotel.

Inclui:

■ aluguer de sala + águas
■ almoço de trabalho (buffet executivo)
■ coffe break
■ garagem privativa no hotel (até à lotação máxima da garagem)

Preço por parcipante:

■ entre 25 a 50 pessoas, 25,00€
■ entre 50 a 70 pessoas, 20,00€
■ entre 70 a 100 pessoas, 17,00€
■ mais de 100 pessoas, 15,00€
Hotel Dona Ines
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